O postal G1 Paraná (13/7) divulgou uma importante conquista científica da Universidade Estadual de Maringá (UEM): pesquisadores criaram fungos magnéticos capazes de absorver poluentes da água e conseguiram a patente do projeto junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A inovação, desenvolvida pelo Laboratório de Biotecnologia da universidade desde 2015, surgiu da colaboração entre os departamentos de biotecnologia e física, unindo microrganismos endofíticos com partículas magnéticas para criar um nanobiocompósito que funciona como um imã atraindo contaminantes aquáticos.
A tecnologia demonstrou eficácia impressionante nos testes, alcançando até 96,1% de descoloração de corantes poluentes no primeiro uso e 89% na reutilização, sem apresentar toxicidade. Inicialmente desenvolvida para tratar resíduos da indústria têxtil, a invenção também mostrou potencial para remoção de metais pesados e outros poluentes. Embora ainda esteja em escala laboratorial, os pesquisadores Andressa Domingos Polli e Júlio Cesar Polonio esperam que, com apoio financeiro adequado, a tecnologia possa ser aplicada industrialmente e contribuir significativamente para a melhoria da qualidade das águas.
A matéria completa está disponível no link: https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2025/07/12/pesquisadores-da-uem-criam-fungo-magnetico-para-retirar-poluentes-da-agua-e-conseguem-patente-do-projeto.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-mobile&utm_campaign=mat%C3%A9rias